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quarta-feira, 9 de abril de 2014

São Paulo: Manifestantes de centrais sindicais protestam pela redução da jornada de trabalho para 40 horas

Integrantes de centrais sindicais saíram em passeata da Praça da Sé, no Centro de São Paulo, até o Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Nove mil pessoas participaram do ato, segundo a Polícia Militar. A Avenida Paulista chegou a ser bloqueada por uma hora, entre 12h e 13h.
Segundo o G1, o grupo começou a concentração às 8h no Centro. Seis carros de som acompanharam o ato. O protesto foi realizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e por outras centrais sindicais, que nomearam o ato de “8ª Marcha da Classe Trabalhadora: por mais direito e qualidade de vida”.
Os manifestantes pediram a redução da jornada de trabalho para 40 horas sem diminuição do salário, o fim do fator previdenciário, a redução da taxa básica de juros, entre outras coisas. O presidente da CUT, Vagner Freitas, afirmou que o objetivo do ato também é pressionar o governo a defender uma política de valorização salarial.
"Queremos que o governo federal venha a público defender a política de valorização do salário. Há doze anos os aumentos reais são maiores que a inflação e o trabalhador avançou na alíquota sem reajuste na tabela de imposto de renda. Tem que tributar as grandes fortunas e não o salário do trabalhador. O governo tem de apresentar uma proposta nos moldes da política de valorização de 2003. Se o Congresso vai aprovar ou não, é outra coisa, mas o governo tem que apresentar", disse Freitas.
Representante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) afirmou, de cima do carro de som, que cerca de 30 ônibus com sem-terra saíram do interior paulista para integrar o ato. Um grupo ocupou o prédio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Centro.  A reforma agrária também estava na pauta do ato.