segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Distribuição gratuita das canetas para aplicação de insulina NPH em Jequié


A Secretaria de Saúde de Jequié, realizará a distribuição gratuita das canetas para aplicação de insulina NPH, de ação ultrarrápida, destinadas ao tratamento de pacientes insulinodependentes portadores de diabetes tipo 1, na faixa etária menor ou igual a 15 anos e maior ou igual a 60 anos. É a primeira vez que esta distribuição será feita, a partir de uma ação do Ministério da Saúde (MS), através do Sistema Único de Saúde (SUS), para todos os estados, inclusive a Bahia. Essas canetas darão aos pacientes maior comodidade na aplicação, facilidade no transporte, manuseio e ajuste de dosagem, tornando o tratamento mais razoável.

O medicamento vai ser distribuído apenas para quem tem o diabetes tipo 1 e que cumpra alguns pré-requisitos: uso prévio de insulina regular, por pelo menos três meses, e quadro de hipoglicemia noturna repetida, grave ou não grave, repetida nos últimos três meses. Em Jequié, as canetas de insulina serão distribuídas nas Unidades de Saúde, com a devida identificação de pacientes que se enquadrem no perfil.  E como medida preventiva e de acompanhamento, os usuários das Unidades de Saúde contam com a realização constante de testes de glicemia, que ajudam no diagnóstico de hipoglicemia ou hiperglicemia, servindo, também, para a monitorização do tratamento do diabetes.
A estimativa do Ministério da Saúde é que, no país, há pelo menos 400 mil pessoas que se enquadrem nesse perfil. Para o secretário de Saúde, Vítor Lavinsky, essa nova ferramenta significa mais praticidade e eficiência no tratamento.
“Essas canetas de insulina, que são uma nova tecnologia, serão entregues para os diabéticos na faixa etária menor ou igual a 15 anos e maior ou igual a 60 anos, para fazerem a autoaplicação, garantindo mais praticidade e eficiência no tratamento. Esse é um passo importante para a política municipal de saúde.”, disse o secretário de Saúde, Vítor Lavinsky.
Segundo dados do Ministério da Saúde, a doença afeta 5% dos baianos. Há uma estimativa ainda que, 90% dos pacientes têm o diabetes do tipo 2 e só 10% apresentam o tipo 1, que é quando o pâncreas não produz insulina suficiente para queimar a glicose e é preciso tomar dosagens do hormônio para atender às necessidades do organismo.