quinta-feira, 5 de março de 2020

Exame de colonoscopia tem fila de espera de oito meses e não faz em Jequié, diz secretário

Município não tem recursos para inaugurar Centro de Atenção Psicossocial

PublicidadeEm entrevista na Rádio Povo de Jequié, o secretário de saúde do Município de Jequié contou ao radialista Sergio Monteiro que têm pacientes aguardando mais oito meses para fazer um exame de colonoscopia. A colonoscopia é o exame endoscópico do intestino grosso e do reto podendo incluir a porção distal do íleo. É realizado principalmente para detecção de pólipos, que podem sofrer transformação para malignidade. O exame também pode detectar cânceres nos seus diverso estágios.

Segundo o secretário a filas para vários outros exames em Jequié. Vários ouvintes ligaram para a emissora solicitando ajuda para a realização de exames. Ele falou que não tem condições de realizar 100% de atendimento básico, hoje Jequié atende apenas 60%. O secretário alfinetou os seus antecessores a exemplo do ex-secretário e vice-prefeito de Jequié Hassan Iossef, sempre comparando sua administração com a do seu ex-antecessor. O atual secretário está há um ano e quatro meses no cargo negociado com o prefeito Sergio da Gameleira.

O secretário garantiu que a partir do remapeamento da atenção básica de Jequié, o município pode ter cerca de 75% de cobertura. 

O chefe da Secretaria Municipal de Saúde de Jequié falou de outros assuntos, porém utilizando conjecturas e projeções futuras.Enquanto isso, o Centro de Atenção Psicossocial continua ainda sem ser inaugurado por falta de recursos. O mato tem tomado conta do local, danificando o piso.


Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) nas suas diferentes modalidades são pontos de atenção estratégicos da RAPS: serviços de saúde de caráter aberto e comunitário constituído por equipe multiprofissional e que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial e são substitutivos ao modelo asilar.