quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Tudo vale a pena desde quando a festa não seja pequena

Foto: Fábio Meneses
Desde o início do carnaval em Salvador até essa última terça-feira, o número de atendimentos à saúde dos foliões manteve-se equivalente ao do mesmo período do ano passado. Mais de 4 mil pessoas foram atendidas. Ao todo, 63% dos casos foram registrados no Circuito Dodô, entre a Barra e Ondina.
Do total, 80% dos foliões que procuraram atendimento tiveram algum problema clínico. As agressões físicas foram o principal motivo, mesmo com uma redução de 20% em relação ao ano passado. Depois, aparecem na lista os casos de embriaguez e dores de cabeça.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os casos de agressão por arma de fogo aumentaram em relação ao carnaval de 2014. A secretaria registrou 21 casos até a manhã dessa terça-feira. No ano passado, ocorreram dois no mesmo período. Duas pessoas morreram por esse tipo de agressão – uma delas na madrugada de terça, no final do circuito Dodô, em Ondina.
Os dois postos Fique Sabendo, que fazem o diagnóstico de doenças sexualmente transmissíveis, realizaram 1,2 mil testes, confirmando mais de 100 casos de sífilis, 15 de hepatites B e C e 24 pessoas foram diagnosticadas com HIV.