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sábado, 11 de abril de 2020

Presidente da Câmara diz que falta ação social para as famílias carentes por parte do prefeito



PublicidadeNada justifica a Prefeitura de Jequié continuar atrasando o pagamento dos salários dos servidores públicos municipais, dos contratados pelo regime Reda e terceirizados, como vem ocorrendo. A crítica é do vereador Emanuel Campos, Tinho (PV), presidente da Câmara Municipal, que também lamenta a falta de ação social da atual gestão local para socorrer a população de baixa renda do Município que vem sofrendo duramente as consequências da pandemia do novo coronavírus. Segundo Tinho, o argumento de que a arrecadação vem sofrendo queda não convence para justificar atrasos nos pagamentos dos trabalhadores nem para a compra de cestas básicas.

Cita que, somente no último mês de janeiro, o Município teve uma arrecadação acima de R$ 27 milhões, ou seja, R$1,7 milhões a mais em comparação a janeiro de 2019. Em fevereiro de 2020, o Município arrecadou mais de R$29 milhões, o que significa um aumento de R$2,3 milhões se comparado a mesmo mês do ano passado e já no último mês de março a arrecadação foi de quase R$27 milhões, representando um acréscimo de R$1,2 milhões acima de março de 2019. Em linhas gerais, somente nos três primeiros meses deste ano, a Prefeitura arrecadou nada menos do que R$83.228.611,94 (oitenta e três milhões, duzentos e vinte e oito mil, seiscentos e onze reais e noventa e quatro centavos), enquanto que no primeiro trimestre do ano anterior a arrecadação foi de R$76.627.699,13, uma diferença de R$6.600.912,81.


Com relação a ausência de políticas sociais para socorrer a população de baixa renda, Tinho lembra que muitas cidades, inclusive de menor porte, têm atuado no sentido de atender famílias em situação de vulnerabilidade social com a distribuição de cestas básicas, com alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal. “Temos visitando as comunidades e as pessoas têm questionado a ausência de políticas públicas voltadas para a periferia nesse momento tão crucial, onde nada pode faltar para evitar o agravamento da situação que é muito delicada. A grita é geral e as cobranças são justas porque temos muita gente precisando de atenção e uma Prefeitura que, ao meu ver, reúne condições econômicas para atender essa demanda”, enfatizou.

O vereador também diz estranhar as recentes publicações no diário oficial do município, licitação de reforma de uma escola por 4 milhões, além do termo de homologação do pregão presencial 043/2019, cujo objetivo é a contratação de empresa para prestação de serviços técnicos especializados e fiscalização de obras do Município no valor global de R$2.050.383,00. “Gostaríamos de entender como a Prefeitura anuncia um contrato milionário como este, bem como não conseguimos compreender a gestão fazer, neste mês de abril, aviso de licitação – pregão eletrônico nº 010/2020 com a finalidade de contratar empresa para aquisição de kits de livros para atender professores e alunos do ensino fundamental, kits de cadernos e material pedagógico para atender a rede municipal de ensino e o programa AJA, material que já é oferecido gratuitamente pelo MEC, infelizmente o Precatório FUNDEB não está deixando nenhum legado ao município, além da má utilização. Acreditamos que o gestor deve uma satisfação à sociedade”, observa.

*Texto elaborado pela assessoria de imprensa do Vereador Tinho

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