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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Jequié: James Meira solicita derrubada do passaporte sanitário à Câmara de Vereadores

Segundo nota enviada aos veículos de comunicação pela assessoria do líder James Meira. "Dando voz à parte da população jequieense que não aceita o passaporte sanitário implantado pelo prefeito de Jequié, o líder político James Meira enviou hoje, 01/02/2022, ofício à Câmara Municipal de Vereadores, solicitando o fim da medida que considera injustificada e segregacionista.

Para tanto, Meira pede ao Legislativo Municipal a propositura de um Projeto de Lei que impeça a manutenção da medida de segregação ou a sustação do decreto, hipótese para a qual a Câmara possui competência.

“Quando se impede os não vacinados de frequentar determinados espaços, está-se a tratá-los como se fossem doentes contagiosos, sem qualquer fundamento para isso”.

Na opinião do líder político, além de segregar a sociedade, a medida é injustificada, já que a vacinação não impede a contaminação pelo coronavírus. Nessa análise, Meira afirma que “o passaporte sanitário imposto pela Prefeitura de Jequié permite que alguém infectado adentre qualquer recinto, desde que comprove as doses do ciclo vacinal, e, mesmo assim, essa pessoa, uma vez liberada, contamine outras. Ao mesmo tempo, impede que uma pessoa saudável não vacinada acesse o local, sem oferecer qualquer risco.” Ele aponta que, se é pela saúde e pela ciência, por que não estabelecer como alternativa ao cartão de vacina o exame que comprove a imunidade natural ou o teste recente atestando reação negativa para a covid? Para ele, a única resposta é a cruel perseguição aos não vacinados.




Meira lembra ainda que Jequié conta com quase 130 mil pessoas inoculadas. Isso corresponde a praticamente toda a população adulta, a partir de 15 anos. O direitista questiona por que as máscaras eram suficientes quando o número de vacinados era muito menor, mas hoje já não bastam para se ter acesso a prédios públicos e estabelecimentos comerciais?

"Não deveria ser o contrário? Quanto mais vacinados, não é menor o risco de contágio e maior deve ser a flexibilidade das regras sanitárias até que se volte à normalidade, como está ocorrendo em outros países do mundo onde algumas pessoas também não se vacinaram? Ou o terror psicológico não tem fim no nosso país, no nosso estado, na nossa cidade?"

James Meira ressalta que esse não é um discurso contra a vacina, mas contra a ditadura de governos que não respeitam a liberdade do indivíduo. Ele mesmo já tomou as duas doses da Pfizer, mas seguindo a sua consciência, e não para satisfazer a determinação de um tirano, diz.

O pré-candidato a deputado estadual acredita que a Câmara de Jequié pode salvar os munícipes desse novo apartheid. Ele dá como exemplo a Lei n. 5.179/2021, do estado de Rondônia, que impede “o tratamento diferenciado, constrangedor ou discriminatório de qualquer espécie a qualquer pessoa que recusar vacina contra a Covid-19". Cita também a recente decisão de uma desembargadora baiana contra a vacinação compulsória, no MS n. 8044408-90.2021.8.05.0000, permitindo que um policial militar continuasse a trabalhar normalmente, mesmo sem se vacinar.

Você pode ler o texto completo encaminhado à Câmara clicando aqui: https://título.com/MsBrR", diz a nota.


2 comentários:

Inspetor Braga Costa disse...

Esse é mais um posicionamento ridículo e aviltante, de um político descompromissado com a vida. Ele não tem noção de bem comum, mas quer se mostrar como defensor das liberdades, mesmo que essas sejam para contaminar os outros, causando o caos na saúde pública e possíveis mortes decorrentes. Chega dos radicalismos de uma DIREITA nem nexo, sem eira e beira!

ambioverde disse...

Concordo. Além de desestimular totalmente o interesse das pessoas pela vacina e dai se propagar o vírus.
Já está comprovado que o vírus mata mais em pessoas não vacinadas do que com vacinas

Viva a ciência e aos órgãos científicos.


Segue um artigo para leitura

https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/luiz-carlos-dias/ataques-contra-vacinas-para-covid-19-sao-noticias-assassinas