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segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Subiu para 62 o número de pessoas assassinadas neste ano de 2022 em Jequié

Jequié

Subiu para 62 o número de pessoas assassinadas neste ano de 2022 no Município de Jequié, conforme levantamento feito pelo Blog Marcos Frahm junto às forças de segurança.

A adolescente assassinada por volta das 03h50 não portava documentos, segundo informou o Instituto Médico Legal, que encaminhou o corpo com perfurações à bala ao IML por uma equipe de peritos acionada pelas polícias Civil e Militar.pode ser contabilizada como a sexagesima segundo homicídio 

O delegado regional Rodrigo Fernando, coordenador da 9ª Coorpin, disse em discurso numa audiência pública proposta pela Câmara de Vereadores para debater a Segurança Pública em Jequié, no último dia (05), que o aumento do número de crimes violentos é provocado por facções criminosas que exploram o tráfico de drogas e disputam o controle da comercialização de entorpecentes em pontos diferentes da cidade.

De acordo com o delegado, o aumento de casos de homicídios é de cerca de 45% em comparação com o mesmo período de 2021 e que os bairros com maiores registros são: Jequiezinho, Mandacaru e Cidade Nova. ”A causa maior, todos sabem, que é justamente a guerra entre facções criminosas que estão instaladas no município. Essa guerra é decorrente do tráfico e para enfrentar essas situações não é só a polícia que vai dar conta. A segurança pública é um sistema e a gente precisa trazer outras forças”, justificou ao reclamar da defasagem do Código de Processo Penal, que estaria colocando criminosos nas ruas e gerando sensação de impunidade.

O delegado disse ainda que, na área da 9ª Coorpin, que responde por mais de 20 cidades, apenas Jequié e mais dois municípios da microrregião registram aumento de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) e destacou a redução, em todo o Estado, de 11% nos crimes.

5 comentários:

Cidabrito disse...

O pior que estamos vendo isso é estamos estagnados não vemos uma açao por parte da justiça para fazer alguma coisa matar aqui em Jequié esta virando cotidiano é como se fosse comprar pão na padaria mata chama a polícia vai até o local chama para tirar o corpo para os familiares enterrar é pronto você não ve uma açao nada acabou.

Benedito Freire Sena disse...

Na verdade eles os 62 são serviçais do Narcotráfico " quase todos pretos mortos por quase todos pretos e brancos tratados como preto " . Quando vi a fotografia do salão Nobre vazio durante a audiência pública convocada pelos eminentes e respeitáveis edis , eu cá com os meus botões analógicos de carne e osso reverberei : por que eles não vão discutir níveis de violência nas igrejas, nós salões comunitários , nas quadras , para ouvirem das mães sem creche , dos pais sem trabalho , dos jovens sem perspectivas para o futuro ?Por que não tiram a gravata , o paletó , a pose e não vão pisar no barro espalhado pelas ruas com dinheiro do orçamento secreto dos seus deputados ? Eles que votaram pela venda de um prédio que requalificado com livros,computadores ,tablets , para tirar essa garotada ,vapor barato das mãos da bandidagem . Não conheço nenhum caso nos bairros da classe média assassinado .Por que não transformam a grana que mais cedo ou mais tarde vai para o Zé em PROARTE que é lei municipal ?O argumento é que vão vender para entre outras coisas transferir a Ca Câmara para o Alto da Balança onde mora a viúva Prefa . Para terminar quero apenas lembrar aos gnomos e duendes da Câmara e do Coca : " Quem cala sobre teu corpo consente na tua morte . Para os 62 que com o andar da carruagem serão muito mais ainda se depender da nobreza ar-condicionado do plenário e dos gabinetes que vendem bibiotecas e não deixam o povo pensar

Marcus Marinho disse...

Dizer que o problema está na lei é subdimensionar o problema. Tratá-lo com seriedade é, como explicou Benedito, envolver a sociedade civil numa política mais ampla de acesso a cidadania. O que é necessário? Prender mais ou qualificar as pessoas, para que possam sobreviver e seguir lutando por melhorias nas suas vidas e na sociedade, de modo geral. Penso que a melhor política de segurança pública deve incluir, além de melhorias no salário das polícias, investimentos nos equipamentos, número de agentes, devido processo legal etc., políticas de geração de emprego e renda, assistência social e, sobretudo, acesso a educação e cultura. Jequié precisa acolher o grande potencial artístico e comunitário que tem, valor esse que é perceptível no sentimento do povo jequieense em relação à vontade de ocupar as ruas e promover encontros. Não falo somente de festas, mas de ações de cidadania capazes de promover ações concretas de inclusão social. Trabalho que exige muito planejamento e seriedade, pois envolve tempo e muita cautela, para integrar a comunidade jequieense em sua diversidade.

Carlos Eden disse...

Se os órgãos competentes cuidassem mais de criar condições para os os jovens marginalizados pelo sistema excludente e cruel, investindo em educação, cultura, práticas e técnicas diversas, habilitando-os em profissões que evitassem seus contatos com o mundo do tráfico de drogas, a violência diminuiria consideravelmente.

Benedito Freire Sena disse...

O interessante é que os caras são bons de tiro . Deve treinar nos clubes de tiro , multiplicadas pelo liberação do presidente Bolsonaro . Só não ver quem não quer .