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terça-feira, 27 de dezembro de 2022

Chesf reduz vazão para 800 m³/s, reservatório está com 85,98% de seu volume útil e leitor faz comentário


Na data de hoje, 27/12 às 18h00, o Reservatório da Pedra atingiu 85,98% de seu volume útil, com afluência¹ média, das últimas 6 horas da ordem de 680 m3 /s.

Em virtude do arrefecimento das chuvas e das vazões afluentes ao reservatório, e ainda de a previsão meteorológica não indicar a ocorrência de chuvas de porte na bacia para os próximos dias, a defluência será reduzida do patamar de 1.000 m3 /s para 800 m³/s, até nova reavaliação.

"Zenilton, vou fazer uma comentário, mas peço que não divulgue a minha identidade. Minha opinião sobre toda essa situação aqui em Jequié é que se a Chesf errou, a Prefeitura também está errada e as outras administrações municipais que vieram antes do Zé Cocá. A Chesf tinha que liberar realmente a vazão que foi liberada, afinal, caso não fizesse, a barragem poderia entrar em colapso e o prejuízo setia infinitamente maior (imagine que mesmo com toda liberação de água, a capacidade da Barragem chegou a 93%, logo...). Nisso, a pergunta que tem que ser feita a Zé Cocá é por qual motivo, mesmo após as chuvas do ano passado, a Prefeitura não tinha um plano de evacuação para sinistros como esse. Não é questão de pegar no pé por pegar, mas ele está no poder há 2 anos e já havia enfrentado uma enchente menor, mas que deixou todos receosos. Por que, então, não havia um plano para casos como este? Se há por que não foi utilizado?

Nesse aspecto, se for para apontar culpados, a Prefeitura é tão culpada quanto a Chesf (ou mais porque a área urbana é de responsabilidade da prefeitura, não da Chesf diretamente). Além disso, há equívocos históricos. Primeiro, como aquela parte baixa do rio pode ser ocupada sem levar em consideração que era área próxima ao Rio Jequiezinho? Outra erro foi a canalização do Rio Jequiezinho, que não deveria ter acontecido como foi feita. Todo lugar que fez isso dá nessas enchentes danosas para a sociedade. E outra, canalizar também não é o caminho, vide a Avenida Centenário, em Salvador, que canalizaram um rio que corre embaixo daquele jardim e que vira uma piscina quando chove. Canalizar não, mas revitalizar sim. O que nos resta agora não é apontar culpados, mas ajudar a reconstruir, inclusive cobrando da prefeitura, do estado e do Governo Federal linha de créditos com juros subsidiados para aqueles que precisam.

Enfim, é só um comentário porqque acredito que estão procura do respostas simples para um dilema grave de cidades médias e grandes. E penso, como cidadão, que a Prefeitura arranjou um bode expiatório para sua inação quanto a planos de gestão urbana", disse um leitor.

"Ressaltamos que a situação hidrológica está sendo permanentemente avaliada, podendo haver alterações nos valores ora praticados em função da evolução das chuvas e vazões na Bacia do Rio de Contas, tendo em vista que o período úmido iniciou no mês de novembro de 2022 e segue até abril de 2023", diz boletim da Chesf..



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